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Alpop chega ao Norte do Brasil via Macapá mirando revolucionar setor imobiliário

Quem não consegue comprovar renda, fiador ou está com nome sujo, agora pode alugar com tranquilidade. Alpop chega a Macapá para garantir contratos de locação mantendo pagamentos em dia para inquilinos geralmente “negados” pelas imobiliárias

Quem não consegue comprovar renda, fiador ou está com nome sujo, agora pode alugar com tranquilidade. Alpop chega a Macapá para garantir contratos de locação mantendo pagamentos em dia para inquilinos geralmente “negados” pelas imobiliárias

São Paulo, 7 de outubro de 2021 – O mercado brasileiro possui mais de 702 startups do setor imobiliário, com aumento de 180% em relação a 2017, segundo dados de pesquisa realizada pela Terracotta Ventures. Considerando a complexidade do setor, o segmento apresenta um enorme potencial de crescimento, ainda mais se for possível reduzir a burocracia e desenvolver alternativas para incluir novos mercados. A partir da compreensão das limitações do mercado imobiliário, especialmente em relação aos consumidores com negativações e sem renda formal, surgiu a ideia do Alpop. Na mais recente ação de expansão, em outubro, a empresa acaba de anunciar que chega a Macapá (Amapá), inaugurando sua presença no Norte do Brasil, com grande público consumidor potencial e imensa demanda reprimida pelo serviço.

Enquanto muitas pessoas buscam morar de aluguel, existem também muitos imóveis vagos. “A jornada dos potenciais inquilinos ainda era burocrática, excludente e constrangedora”, afirma Caio Belazzi, Cientista da Computação e CEO do Alpop.

Com o desenvolvimento de um método único de análise cadastral do inquilino, o Alpop realiza um filtro qualitativo de pessoas que não seriam aceitas em outros mecanismos de seguradoras imobiliárias. “Desde 2020, buscamos aumentar o funil de venda das imobiliárias, sempre protegendo o pagamento do aluguel por parte dos inquilinos durante todo o prazo contratual. Por exigirmos apenas o CPF no momento da consulta, o nosso objetivo é também desburocratizar o processo de contrato entre inquilino e imobiliária”, explica.

Considerada uma fintech de impacto social, o Alpop atua em três pilares, explica Anderson Munhoz, responsável pelo setor de expansão da empresa. “Auxiliamos o locatário – que tem acesso a um imóvel e uma assessoria adequada -, o locador – que tem maior potencial com o público, logo seu imóvel ficará vago por um período menor de tempo – e todo o ecossistema da imobiliária, envolvendo, por exemplo, o corretor de imóveis”, complementa.

A empresa foi fundada em Campinas, São Paulo, e atua com foco em famílias com renda de até seis salários mínimos. Entre os clientes da solução, estão os trabalhadores informais. Entre Janeiro e Agosto de 2021, o Alpop obteve um crescimento de receita bruta de 447% e um aumento de 397,30% no número de contratos ativos. Desde janeiro, o Alpop avançou de 4 cidades para 30, em 8 Estados. Para o mês de outubro, além de Macapá, imobiliárias de Bauru, Jaú, Marília, Mogi Guaçu, Pirassununga, Brotas, Atibaia, Bragança Paulista, Belo Horizonte (MG), Betim (MG), Osasco, Cotia, Taubaté e Mogi das Cruzes passarão a oferecer o Alpop como alternativa aos possíveis inquilinos.

SOBRE O ALPOP

Formada por dois grupos empresariais – Caiena e Arap Nishi & Uyeda – o Alpop é uma fintech de impacto social que permite inserir no mercado formal de locação uma camada extremamente expressiva da população. Em operação desde 2020, a fintech promete proteger os contratos com pagamentos sempre em dia – para imobiliárias e proprietários – para aquelas pessoas que estão em níveis de risco e que normalmente não são aprovadas nos outros mecanismos de seguradoras imobiliárias. O Alpop apresenta crescimento no mercado como uma plataforma digital especializada em aluguel popular.

Fonte: Da redação
Foto: Divulgação

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